Missão: transformar um amor pueril em amor maduro
postado por Ana Canosa - 27/05/2011
Muitas pessoas têm me perguntando se os casais que participam do programa fingem as brigas e a reconciliação. Outros desacreditam da capacidade que esses mesmos casais, que se inscrevem voluntariamente no programa e passam por cada dinâmica sem saber o que vai lhes acontecer, de resgatar um sentimento tão profundo como o amor. Pois eu, que atendo muitas pessoas e que na minha vida pessoal já enfrentei crises conjugais, respondo: sim, é possível brigar, odiar, pensar em separação e lá na frente resgatar o amor, após o entendimento do quanto temos participação no enfraquecimento dessa emoção. “O amor é um ato da vontade” diz a teologia moral. O amor, nasce na relação com o outro, é um sentimento que promove o bem-estar. Eu posso querer continuar amando o outro, por quem já me apaixonei, mesmo sentindo raiva, desde que haja vontade. O amor se constrói. Cabe a qualquer pessoa decidir qual é a sua vontade: deixar de amar ou investir em sua transformação.
