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Depois de inúmeras provas e muitos desafios, a segunda temporada de “Solitários” chegou ao fim.
Mas, nem nos últimos momentos do experimento, Val deu uma trégua a seus convidados. Para conquistar a última refeição em “Solitários”, os dois finalistas precisaram se contorcer em meio a vários fios. Eles tiveram cinco minutos para ir de um lado ao outro da cabine e pegar cada parte da refeição: um sanduíche, um copo de suco e chocolate. Provando que realmente são fortes, os dois conseguiram cumprir a prova dentro do tempo estipulado e receberam a refeição completa.
E o número 8 ganhou mais do que comida. Ele também ganhou um banho, assim como aconteceu com o número 6 na semana anterior.
Mas o tempo para relaxar durou pouco, porque logo chegou a hora da segunda prova de vantagem. O número 8, por ter perdido a prova da caixa d’água, realizou esse segundo desafio usando correntes nos pulsos.
Nessa segunda prova de vantagem, Val exigiu inteligência e resistência de seus convidados. Os participantes deveriam ficar entre duas torres, segurando dois bastões. A cada rodada, Val faria perguntas de conhecimentos gerais. Quem errasse, deveria tocar os bastões nas torres para acendê-las, começando pela parte mais baixa e depois subindo conforme novos erros ocorressem. Uma vez acesas, as torres não poderiam se apagar.
Os dois participantes se saíram bem nas primeiras perguntas. Mas logo os erros aconteceram e eles tiveram que esticar os braços para acender as torres. O número 8 foi o primeiro a cometer três erros e colocar os bastões na posição mais alta da torre. O número 6 cometeu seu terceiro erro logo em seguida.
A partir daí, a etapa das perguntas chegou ao fim e a prova se tornou um teste de resistência. Quem agüentasse mais tempo, venceria. O número 8 desistiu primeiro e admitiu que as correntes foram um problema para ele. E assim o número 6 conquistou uma importante vantagem para a prova final.
Porém, antes da última prova de “Solitários”, Val desafiou seus dois finalistas a provarem sua lealdade com o experimento. Ela entregou ao número 8 o seu tapete favorito de yoga, e ao número 6 uma foto dele com o pai. Val então exigiu que os dois cortassem os objetos. O número 8 não se importou e passou a tesoura no tapete. Já o número 6 se recusou, afirmando que preferia ser eliminado a cumprir essa ordem. Mas Val insistiu tanto que ele acabou rasgando a foto. No entanto, para alívio do número 6, os objetos danificados eram apenas cópias dos objetos verdadeiros de cada um.
Depois de comprovar a lealdade de seus convidados, Val deu início à prova final, que determinaria o vencedor de “Solitários”.
Na prova final, os participantes deveriam deitar sobre uma teia formada por oito cordas, grossas e finas, e lá permanecer pelo maior tempo possível. Mas, como em “Solitários” nada é tão simples quanto parece, a cada etapa uma corda seria retirada. E os próprios participantes escolheriam a corda que seu oponente deveria tirar. Porém havia uma pegadinha: as cordas estavam na mesma posição, mas os números que identificavam cada corda variavam de uma cabine para outra. Como os participantes não sabiam disso, a escolha das cordas acabou se tornando uma questão de sorte.
Por ter vencido a prova de vantagem, o número 6 passou por todas as rodadas com uma corda a mais que o número 8. Mesmo assim, o número 8 superou a desvantagem e conseguiu chegar à etapa final, onde os dois se penduraram em apenas um corda. O número 6 ficou com uma corda grossa e o número 8 com uma corda fina. O último a cair seria o vencedor.
Apesar das vantagens, o número 6 caiu primeiro. E assim, o NÚMERO 8 foi declarado o VENCEDOR da segunda temporada de “SOLITÁRIOS”, despedindo-se do experimento com sua clássica gargalhada.
Após fazer os números 4 e 6 montarem seus caixões, Val deu início à
segunda etapa da prova de eliminação. Dentro do caixão, eles se
concentravam para contar uma hora mentalmente, quando foram
surpreendidos pelo inesperado telefonema de suas mães. Eles tentaram não
perder a concentração, mas logo se renderam à saudade e acabaram
conversando com elas. Uma distração que prejudicou a contagem do tempo.
Enquanto os números 4 e 6 contavam aquela que poderia ser sua última hora de vida em "Solitários",
o já finalista da cabine 8 seguia relaxando em um quarto preparado
especialmente para ele. Ao saber que os outros participantes estavam
dentro de um caixão, ele disse que faria essa prova tranquilamente
porque o mais difícil é ficar preso na cabine sem ver a luz do dia.
Mas o número 4 e o número 6 não pareciam compartilhar dessa opinião.
Perto do fiinal da prova, eles se mostraram bastante incomodados com a
limitação de movimentos, a escuridão e a temperatura abafada dentro do
caixão.
Aos 62 minutos, o número 4 ameaçou sair, mas, com medo de ter errado as
contas, decidiu esperar mais 5 minutos. Porém, esses 5 minutos se
tornaram 10 minutos e ele perdeu a vaga na final para o número 6, por
uma diferença de 2 minutos e 18 segundos.
O número 6 não conseguia acreditar que estava na final. Já o número 4 deixou "Solitários" extremamente decepcionado consigo mesmo e com o erro que cometeu.
Como recompensa por ser um finalista, o número 6 recebeu um banho. Ele
até ficou assustado quando viu o chuveiro, afinal, ele não sabe o que é
tomar banho há muito tempo.
E após determinar seus dois finalistas, Val quis conhecer um pouco da
história de cada um. Os participantes desenharam uma linha do tempo em
suas cabines e contaram fatos importantes de suas vidas. O número 6
falou sobre a paixão pelo kung fu e sua viagem à China. O número 8
comentou sobre suas viagens pelo Brasil e pelo mundo até chegar em sua
maior aventura: viver em uma das cabines de "Solitários".
Antes de dar início às provas finais, o número 6 e o número 8 buscaram
equilíbrio, cada um à sua maneira. O número 8 praticou ioga e o número 6
treinou golpes de kung fu.
Em seguida, Val explicou que eles passariam por dois desafios antes da
prova final. Quem perdesse esse primeiro desafio teria uma desvantagem
no próximo.
O primeiro desafio consistia em ler e decorar um discurso elaborado pela
Val. Mas, para ler o texto, eles deveriam mergulhar a cabeça em uma
caixa com água por 10 segundos. O primeiro participante a falar o texto
completo, palavra por palavra, seria o vencedor.
Como eles estavam demorando muito para decorar, a Val ficou entediada e
resolveu deixar o texto rodando continuamente, sem que eles precisassem
mergulhar a cabeça na água. O número 8, apesar de anotar as palavras na
parede, perdeu a prova. Com 73 tentativas, ele levou 2 horas e 07
minutos para completar a prova. O número 6 levou 1 hora e 51 minutos,
acertando o texto após 65 tentativas.
Por ser o perdedor, o número 8 recebeu duas pulseiras de 600 gramas
cada. Ele terá que usá-las nos pulsos até o final da próxima prova de
vantagem, que será eletrizante e irá garantir uma importante vantagem na
prova final.
Quem será o vencedor da segunda temporada de "Solitários"? Você descobre na próxima semana, quando acontece a GRANDE FINAL. Até lá!
No episódio dessa semana, Val finalmente contou a seus convidados que ainda restam 3 cabines no experimento e que a final está um pouco mais longe do que eles imaginavam. Ela então abriu a comunicação entre cabines para que os sobreviventes pudessem conversar. Porém, essa conversa acabou em discussão. O número 8 se mostrou seguro e riu de seus concorrentes. Ele afirmou não ter medo de nenhum deles. As provocações do número 8 irritaram o número 4 e, principalmente, o número 6.
Mas o número 8 não se abalou com as críticas dos companheiros. Na prova de imunidade, ele correu muito e conquistou a primeira vaga na final de "Solitários". A prova era muito simples. Os participantes deveriam correr em um caminho de pedras. Quem desse mais voltas, levaria a imunidade. Mas é claro que em "Solitários" nada é tão simples quanto parece. A cada etapa da prova, Val piorava a situação de seus convidados. Eles começaram correndo com tênis, depois apenas com meias, depois sem meias e por último com uma tornozeleira de 2 kg em cada perna. Ao final da prova, o número 6, concorrente mais jovem, com 22 anos, foi o pior. Ele deu 1566 voltas. O número 4, apesar das câimbras, deu 1738 voltas. No entanto, ninguém foi páreo para o quarentão da cabine 8, que deu 1882 voltas e se emocionou muito ao saber que estava na final.
Depois de 17 horas sem comer, os participantes precisaram alegrar a Val para conseguir se alimentar. E o desafio deles foi imitar os personagens do seriado Chaves. O número 8 imitou o próprio Chaves, o número 6 ficou com o Quico e o número 4 ficou com a fantasia de Chiquinha. Val gostou das imitações e deu a eles 3 tigelas cheias de comida, mas sem talher. Mortos de fome, os participantes colocaram a cara na tigela e saborearam risoto, macarrão e um mousse de chocolate.
Bem alimentados, os números 4 e 6 foram para uma macabra prova de eliminação. A Val verdinha sumiu e deu lugar a uma Val vermelha e com voz demoníaca, que explicou a eles a primeira etapa da prova: montar o próprio caixão no tempo máximo de uma hora.
E enquanto o número 4 e o número 6 iam de encontro à morte, o número 8 relaxava em um quarto montado especialmente para ele, com seus livros favoritos, fotos, incensos e roupas. Além disso, ele também ganhou chá e biscoito. Mas se Val estava um anjo com o número 8, com os outros convidados ela continuava um demônio.
Depois de montar o próprio caixão, o número 6 e o número 4 tiveram que entrar nele. A partir do momento em que eles fecharam a tampa, começou a segunda etapa da prova. E essa etapa só terminará na próxima semana.
Na segunda etapa, os participantes devem ficar uma hora dentro do caixão. Quem se aproximar mais desse tempo será o segundo finalista de "Solitários".
Quem irá sobreviver ao próprio enterro? Número 4 ou Número 6? Você descobre na próxima semana. Até lá.
"Solitários" está perto do fim, e Val deseja ver em seus convidados o máximo de energia possível. Por isso, ela deu a eles uma oportunidade para receber notícias do mundo exterior. Mas as cartas enviadas por amigos e familiares sofreram um pequeno acidente pelo caminho e chegaram picotadas. Para ler as mensagens, os participantes precisaram montar as cartas novamente. Porém, apenas o primeiro que montasse poderia ler. O vencedor foi o número 6, que se emocionou muito com a mensagem do seu mestre de kung fu.
E após dias na companhia dos ratinhos, os participantes ficaram solitários outra vez. A prova de imunidade foi o último momento de parceria entre eles. Nessa prova, eles deveriam montar um túnel usando no mínimo 20 peças tubulares, ligando a gaiola do ratinho ao compartimento de comida. Para conseguir cada peça, era preciso andar 250 metros. O primeiro a levar o ratinho da gaiola para o compartimento venceria.
O número 8 foi rápido e conseguiu mais uma imunidade. Porém, foi a número 9 quem surpreendeu Val. Ela conseguiu superar o medo do rato e cumpriu a prova.
Seguindo com o "momento bichos", Val levou seus convidados para um passeio em sua granja. Para conseguir o jantar, os participantes precisaram reunir galinhas e pintinhos no centro da cabine. Após o desafio, Val, irônica como sempre, ofereceu frango assado para todos.
Na prova de eliminação, Val propôs dois desafios para seus convidados. Primeiro os participantes precisaram decorar o alfabeto da Val, uma série de palavras que seriam fundamentais para sobreviver à segunda etapa da prova. Em seguida, Val apresentou a eles um vidro e explicou que faria uma chamada oral. A cada letra que ela dissesse, todos deveriam falar a palavra correspondente a essa letra. A cada erro, os participantes sofreriam penalidades. A 1ª penalidade era colocar a mão direita no vidro; a 2ª penalidade era colocar a mão esquerda; a 3ª penalidade era colocar algemas nos pulsos; a 4ª penalidade era colocar as mãos atrás da nuca e o rosto contra o vidro. Por último, eles deveriam borrifar vinagre ou limão no vidro e colocar a língua. A partir daí, o primeiro que desencostasse a língua estaria eliminado.
O número 8 foi o único que não precisou se preocupar com o gosto amargo da eliminação. Ao conquistar a imunidade, ele garantiu uma deliciosa recompensa: um festival de chocolates e frutas. E enquanto o número 8 curtia o doce sabor da imunidade, os outros participantes tentavam resistir a mais um desafio da Val.
Após 1 hora e 12 minutos, a número 9 desistiu e foi a primeira a apertar o botão vermelho, dando adeus a "Solitários" e ao prêmio de 50 mil reais.
E na próxima semana, os três sobreviventes precisarão de velocidade e estratégia para conquistar a primeira vaga na final. Na prova de eliminação, eles irão construir seu próprio caixão e alguém viverá seus últimos minutos dentro de "Solitários". Quem será o próximo eliminado? Até lá.
No episódio de Solitários desta quarta serão definidos os três finalistas que vão brigar pelo prêmio de R$ 50 mil.
Restam apenas 4 sobreviventes em “Solitários”. E agora falta pouco para a grande final. Por isso, Val deicidiu ser generosa com seus convidados e concedeu a dois deles uma noite em um colchão. Para conseguir esse conforto, a número 9 e o número 8 precisaram ser rápidos e encontrar dentro de tigelas com chantilly as letras que formavam a palavra colchão.
Antes de dormirem, os participantes receberam uma visita em suas cabines. Val deu um ratinho para cada convidado. Mas a número 9 não gostou nada dessa nova companhia. Ela ficou tão apavorada que não conseguiu nem colocar o bichinho na gaiola.
Depois do descanso ao lado da nova companhia, os participantes encararam mais uma prova de imunidade. Na primeira etapa da prova, eles ficaram com o corpo suspenso, apoiado em três correntes. Em seguida, todos tiveram que tirar a corrente do meio e se segurar apenas nas duas correntes restantes. A partir daí, quem aguentasse mais tempo levaria a imunidade. A número 9 e o número 4 foram os primeiros a cair. Por uma pequena diferença de tempo, o número 8 venceu o número 6 e ficou imune.
Mas “Solitários” não é só sofrimento. Nessa semana, o romance estava no ar. Val preparou um jantar de gala para os participantes e seus ratinhos. O número 6 ficou bastante tímido no encontro romântico. Já o número 4 bancou o galã e jogou várias cantadas para cima da ratinha. A número 9 começou a superar o medo de ratos e conversou bastante com o seu novo amigo. E o número 8 prometeu melhorar a vida de sua ratinha se ganhasse o prêmio.
Porém o momento romântico logo acabou, porque era chegada a hora da prova de eliminação. Nessa prova, os participantes deveriam sentar em diferentes tipos de banco por um determinado tempo. Val fez seus convidados sentarem em uma sela de cavalo, um banco de pregos, numa bola de boliche, em um banco de britas e por último em um minúsculo banco com o formato de um octógono.
E enquanto alguns esperavam sentados pela eliminação, o número 8 curtiu um delicioso dia no Clube da Val, com piscina, batatinha frita e laches vegetarianos preparados especialmente para ele. O número 8 inclusive aproveitou o momento para provocar os outros participantes, que ficaram um pouco irritados.
A última etapa da prova de eliminação (sentar em um minúsculo banco em forma de octógono) foi muito difícil. A número 9 e o número 6 não conseguiram passar por essa etapa e desistiram. O número 4 aguentou até o fim e venceu a prova.
Porém, Val ficou impressionada com o desempenho de seus convidados e decidiu manter todos no experimento. Só que nenhum deles sabe disso.
Mas, na próxima semana, as eliminações estarão de volta. E para fugir delas, os candidatos terão que confiar na parceria com seus ratinhos e conquistar a imunidade. Na prova de eliminação, quem se der mal, sentirá o amargo gosto de deixar “Solitários” e o prêmio de 50 mil reais para trás.
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Solitários é um experimento social único em que 9 participantes disputam um prêmio de 50 mil reais em barras de ouro. Fechados em pequenas cabinas individuais, totalmente isolados do mundo, sem controle sobre a própria vida e enfrentando desafios impostos por um computador, os participantes têm seus limites físicos e emocionais testados à exaustão.