O esquadrão anti-bombas é chamado para verificar uma caixa de munições encontrada por adolescentes nas proximidades de uma escola. Ao invés de explosivos, havia um crânio e alguns ossos na caixa. A análise preliminar da perícia constatou que se trata de uma menina entre 7 e 9 anos. Então Grace chama Alex, pois acredita na possibilidade de ser sua filha Lucy, que foi sequestrada e está desaparecida até então. Alex inicia uma busca pessoal pelo assassino que, provavelmente, queria que os ossos fossem encontrados. Agora, a Conexão entra no jogo doentio do assassino, numa caça ao tesouro, cujo prêmio seria a identidade da vítima que, embora pudesse não ser Lucy, está à espera de que alguém descubra quem ela é...
A conexão dos esquecidos é procurada por "John". Há 5 anos, ele levou uma surra no estacionamento de uma loja de bebidas. Após 4 anos em coma e meses de fisioterapia, ele não se lembra de nada anterior à agressão. Marcado por um passado violento, John tem muita sorte de estar vivo e agora tem toda uma história para tentar se lembrar. Embora o fato de ser o primeiro indigente vivo não seja um facilitador, enquanto as lembranças vão aparecendo, Alex e sua equipe fazem as conexões...
Durante um evento beneficente, alguém disparou 3 vezes contra os convidados, ferindo duas pessoas e matando uma. Sem identificação, a indigente foi cremada há uma semana. Lydia, uma velha amiga de Alex e também uma das vítimas feridas no evento, procura a conexão dos esquecidos para tentar identificá-la. A indigente não era o alvo, ela estava no evento por um motivo, mas na hora errada.
Um grave acidente com um trem que saiu dos trilhos resultou na morte de 8 pessoas. Dentre elas, havia uma mulher não identificada. O legista afirma que a vítima teria quebrado o pescoço com o impacto e morrido na hora. Mas há testemunhas que afirmam tê-la visto com vida antes do socorro chegar. Então, quando Walter sofre um atentado ao tentar acessar o celular da indigente, a hipótese de morte acidental é descartada. O descarrilamento não foi criminoso, mas com certeza não foi o que a matou; alguém naquele trem, por algum motivo, a queria morta.
No banheiro de um frequentado bar, uma mulher de 40 anos, foi morta há cerca de um ano. Sem pistas do assassino, a vítima ainda espera para ser identificada. Um carimbo na mão e um par de óculos, apontam que ela pode ter estado em outro bar antes de ter sido morta. Uma testemunha afirma que ela demonstrava certa insistência para estar numa festa promovida por uma gravadora. Ela teria pago caro para entrar e foi expulsa 15 minutos depois, ao armar confusão com um craque do basquete. Mas o que uma mulher de 40 anos, trajada formalmente, estaria fazendo num bar, rodeada por jovens de 20 e poucos anos? A conexão tem um palpite...
Um homem morreu ao, supostamente, cair da sacada de um edifício, há 3 meses. Um terno caro da Hugo Boss contrastando com um tênis colorido, chamam a atenção. Com a queda, os ossos da face ficaram completamente destruídos, dificultando a identificação. Mas quando um desenho da vítima é divulgado, surgem duas identidades para o indigente. Uma delas relaciona a vítima ao Parkour. Agora, a hipótese de suicídio ainda é sustentada, mas a de acidente também, tendo em vista que a vítima teria praticado o esporte naquele mesmo edifício no passado. Enquanto isso, Lindsey recebe uma proposta de emprego e acaba deixando a cidade e a conexão...
Durante a reforma de uma casa, um homem é encontrado morto na caixa de esgoto. A vítima, de descendência latina, possuía diversas marcas de agulhas no corpo e teria morrido de hemorragia interna, levantando a possibilidade de ser um viciado em drogas, ou cobaia de testes clínicos em troca de dinheiro. Mas uma coisa é certa: ele ainda estava vivo quando foi jogado no esgoto. Enquanto isso, Candance começa a ter problemas ao misturar os casos da conexão com seu trabalho.
Um casal é encontrado morto atrás do gerador de um motel de beira de estrada. Eles foram baleados e enterrados na neve, e estariam congelados há pelo menos 8 meses. O fato da mulher ser aparentemente 10 anos mais velha do que o homem e possuir uma aliança, remete à possibilidade dos dois serem amantes. O depoimento de uma testemunha com sanidade duvidosa, os leva a descobrir que a mulher possuía raízes irlandesas. Em Chicago, a busca seria difícil, mas não impossível.
Um homem é encontrado morto no porta-malas de um carro roubado, perto de uma rodovia. Sem DNA, nem digitais, uma moeda de prata rara e uma foto são as únicas pistas que a conexão tem para começar a trabalhar. O envolvimento da vítima com jogos de azar e apostas, é o principal indício de que sua sorte não duraria para sempre...
Num galpão abandonado, uma mulher foi encontrada morta por asfixia. As únicas pistas para descobrir sua identidade, são 3 tatuagens. Uma delas tinha uma particularidade que poderia levá-los a descobrir a verdade. No passado, ela teria sido vítima de um crime, mas cometido uma injustiça...porém, era tarde demais para reparar certos erros...
Um crânio humano é encontrado abandonado nos trilhos de uma linha de trem. A análise do legista indica que poderia estar lá há pelo menos 2 meses e que o restante dos ossos podem estar espalhados por toda aquela área industrial. A propriedade não pôde ser vasculhada pela polícia até então pois não tiveram autorização do dono. A vítima levou uma forte pancada na cabeça, foi esquartejada e o assassino
espalhou os ossos para dificultar a identificação. Com a autorização em mãos e uma ajudinha, seria possível juntar as partes deste quebra-cabeça.
Durante uma comemoração num parque, um cachorro leva um grupo de amigos a descobrirem uma ossada em meio à floresta. O assassinato teria ocorrido há 2 anos e meio. Morto por traumatismo craniano, o indigente foi enrolado num lençol e enterrado na floresta para manter no esquecimento a culpa de alguém. O cachorro seria a chave para identificar seu dono e, consequentemente, o assassino...
Um corpo é encontrado boiando no rio Chicago. O indigente teria sido morto com um tiro no peito e jogado no rio. A correnteza poderia tê-lo trazido de qualquer lugar. Ele carregava uma arma ilegal, que nunca fora usada. Ao que parece, ele estava à procura de alguém. Era preciso refazer seus passos para descobrir aonde pretendia ir. Então, Alex descobre que tem algo em comum com a vítima... terminar a missão do indigente e encontrar o assassino, virou para ele uma questão pessoal.
Uma jovem de aparentemente 20 anos cai morta no meio de um parque. Uma alta dose de insulina em seu organismo indica que pode ter sido suicídio. A necropsia do corpo aponta uma injeção nas costas provando que pode não ter sido bem assim... além de comprovar que a vítima não teria mais do que 15 anos. A conexão descobre que pelo menos dois crimes estariam por trás de sua morte...
Há 2 meses um indigente foi encontrado com o pescoço quebrado, em meio a sacos de lixo. A embalagem do lanche de uma famosa rede de lanchonetes da região é a primeira pista. A necropsia aponta inúmeras fraturas antigas que, mais tarde, são associadas ao seu porte atlético e à vida acidentada de um jogador de futebol americano. Um bilhete de ameaça encontrado por Walter, que acaba se envolvendo demais e comprometendo a investigação, é a certeza do homicídio. Agora a conexão busca a justiça que o indigente merece. Eles já tem um suspeito, resta provar sua participação no crime...
O corpo de uma indigente é encontrado num beco há 6 semanas, já em decomposição. Ela foi estrangulada e colocada numa caixa um tanto fora do comum. Um bilhete de estacionamento do hotel Upton e um anel de diamantes entre seus pertences, são as melhores pistas para começarem a tentar identificá-la. Ao descobrirem que a vítima poderia não ser de Chicago e sim de Nova York, a conexão levanta a hipótese de que ela teria viajado para tentar resolver diferenças familiares, mas acabou encontrando a morte...
Alex Donovan, ex-policial, largou a corporação após sua filha ser sequestrada. Lindsay Drake, professora, vive um drama familiar quando vê seu marido envolvido num escândalo. Walter Bailey, funcionário de uma empresa de telefonia, prefere ficar horas trabalhando nos casos a ter que voltar para casa. Candance Butler, analista de seguros, que não gosta do trabalho. Tyler Davies, obrigado a cumprir 200 horas de serviço voluntário por determinação judicial. Eles fazem parte de um grupo de ajuda às vítimas: a Conexão dos Esquecidos. Hoje, eles se reúnem para identificar uma garota que foi assassinada e abandonada numa estrada, encontrada há cerca de um mês. Qualquer detalhe pode ser uma pista; eles não têm muito com o que trabalhar e possuem apenas cinco dias até ela ser enterrada como indigente.